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IBGE: Mais da metade das cidades do Vale e região têm mais templos religiosos do que escolas e unidades de saúde juntos



Das 27 cidades que possuem mais templos religiosos do que escolas e unidades de saúde, 23 têm menos de 30 mil habitantes – número que representa 85,2% do total. 27 cidades da região têm mais templos religiosos do que escolas e unidades de saúde no Vale e região Divulgação/PIB Novos dados do Censo 2022, divulgados nesta sexta-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostraram que a maioria das cidades do Vale do Paraíba e região têm mais templos religiosos do que unidades de ensino e de saúde juntos. O levantamento feito pelo g1, com base nesses dados, apontou que, das 46 cidades localizadas na região, 27 possuem um número de templos religiosos superior — o que representa 58,7% do total. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Ao todo, segundo os dados do IBGE, a região concentra um total de 6.480 templos religiosos — o que dá uma média de pelo menos 140 templos por cidade. Paralelo a isso, a região tem ainda 2.956 unidades escolares e 4.397 unidades de saúde. O Censo entende como estabelecimento religioso as igrejas, templos, sinagogas e terreiros, por exemplo, de todas as religiões. Das 27 cidades que possuem mais templos religiosos do que escolas e unidades de saúde, 23 têm menos de 30 mil habitantes — número que representa 85,2% do total. As 27 cidades que possuem mais templos religiosos do que unidades de saúde e ensino são: Arapeí, Bananal, Bom Jesus dos Perdões, Canas, Caraguatatuba, Cunha, Igaratá, Jambeiro, Joanópolis, Lagoinha, Lavrinhas, Monteiro Lobato, Natividade da Serra, Nazaré Paulista, Paraibuna, Piracaia, Potim, Queluz, Redenção da Serra, Santa Branca, Santo Antônio do Pinhal, São Bento do Sapucaí, São Luiz do Paraitinga, São Sebastião, Tremembé, Ubatuba e Vargem (veja a lista completa abaixo). Veja os números por cidades da região Divulgações anteriores As informações do Censo 2022 começaram a ser divulgadas em junho de 2023. Desde então, foi possível saber que: O Brasil tem 203 milhões de habitantes, número menor do que era estimado pelas projeções iniciais; O país segue se tornando cada vez mais feminino e mais velho. A idade mediana do brasileiro passou de 29 anos (em 2010) para 35 anos (em 2022). Isso significa que metade da população tem até 35 anos, e a outra metade é mais velha que isso. Há cerca de 104,5 milhões de mulheres, 51,5% do total de brasileiros; 1,3 milhão de pessoas que se identificam como quilombolas (0,65% do total) – foi a primeira vez na História em que o Censo incluiu em seus questionários perguntas para identificar esse grupo; O número de indígenas cresceu 89%, para 1,7 milhão, em relação ao Censo de 2010. Isso pode ser explicado pela mudança no mapeamento e na metodologia da pesquisa para os povos indígenas, que permitiu identificar mais pessoas; Pela primeira vez, os brasileiros se declararam mais pardos que brancos, e a população preta cresceu.

Fonte: G1


02/02/2024 – Prata FM Vale

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