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100 anos do Vicentina Aranha: árvores preservadas contam a história do parque



São mais de 3 mil árvores, cerca de 120 espécies entre nativas do Brasil e exóticas. Espalhadas por toda extensão do parque, elas oferecem beleza, mas também contam histórias. Árvores contam a história do Parque Vicentina Aranha Aos quase 100 anos de existência, que serão completados no próximo sábado (27), o Parque Vicentina Aranha, um lugar de riquezas verdes, exibe suas árvores históricas e preservadas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Um parque sem árvores, não é um parque completo, mas, desse mal o Vicentina Aranha não sofre, já que de longe dá pra ver o quanto as árvores dele são esplendorosas. De todos os tamanhos, o lugar possui árvores de até 70 anos. 100 anos do Vicentina Aranha: árvores preservadas contam a história do parque Reprodução/TV Vanguarda São mais de 3 mil árvores, cerca de 120 espécies entre nativas do Brasil e exóticas. Espalhadas por toda extensão do parque, algumas plantadas recentemente são de países diferentes, mas se adaptaram super bem. No meio de tanta área verde, também é possível colher fruta do pé. As acerolas, por exemplo, são famosas no parque. Mas, para manter todo o equilíbrio desta floresta urbana no coração de São José dos Campos, é preciso um monitoramento mais de perto. A missão de cuidar dia a dia da saúde da flora do parque não é uma tarefa nada fácil. Rogério Mazzeo, engenheiro florestal, contou em entrevista ao Link Vanguarda um pouco de como é esse trabalho. “É mais difícil encontrar um balanço entre que momento que eu chego a tirar uma árvore que já está em declínio, com idade mais avançada. Então, quando chega o momento, a gente tem que fazer um laudo, monitorar durante algum tempo, para que fique bem justificado quando é necessário fazer um corte”, narrou. 100 anos do Vicentina Aranha: árvores preservadas contam a história do parque Reprodução/TV Vanguarda Além da beleza, elas são refúgio para todos que frequentam o parque. As sombras das jabuticabeiras são o cenário ideal pra quem frequenta o parque em busca de contemplar a natureza ou meditar, como o Koun, que é monge zen budista. “A árvore faz essa ligação entre a terra e o céu, as folhas estão viradas pro sol, pegando a luz do sol, e a raiz está enfiada na terra, né? Ela faz essa ligação do que é terreno e o que é celestial. Então a gente sentando perto da árvore, ajuda na meditação. A árvore já faz essa conexão, a gente só aproveita o trabalho que ela já faz”, disse. Árvores preservadas contam a história do parque Reprodução/TV Vanguarda

Fonte: G1


24/04/2024 – Prata FM Vale

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